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Biografia de Elizeu Gomes

07 DEZ 2016
07 de Dezembro de 2016
Elizeu Gomes é um dos compositores de música cristã mais criativo de todos os tempos. Seus três CDs intitulados “Louvor Rural” bastaria para que seu nome ficasse eternizado no panteão dos grandes nomes da música popular cristã brasileira, ou porque não dizer, da música popular brasileira, a MPB, que não faz acepção de credo, apenas seleciona os mais populares e pronto. Às vezes, digo que se ele tivesse feito somente esses CDs e morrido, já teria ficado para a história, e sua vinda à Terra já teria valido a pena.Por certo, alguém já fez ou fará uma tese de mestrado sobre suas músicas de conteúdo teológico detalhado e alto teor de brasilidade. Elizeu é um artista nato que teve sua capacidade ampliada pela unção do Espírito Santo. Tem-se, apenas, que agradecer a Deus por sua obra que tanto edifica a Igreja no Brasil e no mundo.“Êta butina”, uma das mais famosas de Elizeu, já me pediram, várias vezes, para cantar. A letra e a música são geniais, mas, dependendo do auditório que pede – tradicional ou pentecostal – a motivação para ouvi-la é diferente. “Numa de nossas igrejas lá em Minas Gerais, O Bento se converteu e ele ficou alegre demais, Mais ele era da roça e não conhecia doutrina. Quando Deus abençoava, o Bento gritava êta butina! Êta butina é muita alegria, é demais da conta, Tô feliz na roça, paguei minha conta, Jesus curou meus calo do pé, Êta butina, não deixo Jesus de jeito maneira, Tô indo pro céu, o mundo é bobiça, uai, sô que benção, Jesus vem aí.”
Em minhas muitas viagens pelo Brasil, canto e prego em diferentes denominações, por isso tenho algumas opiniões sociológicas. Antes de emitir qualquer uma, gostaria que você concordasse comigo que existem cristãos tradicionais e pentecostais em todo lugar; em igrejas tradicionais e pentecostais. Eles não estão separados por placas de igreja. Estão separados por convicções bíblicas, a despeito de estarem sob o mesmo teto, convivendo harmoniosamente.
A música de Elizeu Gomes é vista de diferentes maneiras por esses cristãos. O pentecostal vê como verdade que espelha o seu dia-a-dia, reforça a sua fé, ao passo que o tradicional ouve como se fosse brincadeira. Certos tradicionais ouvem a música de Elizeu para rir, enquanto pentecostais chegam a chorar ao ouvir cada letra. Tradicionais colocam a música de Elizeu para “animar” suas festas, mas pentecostais cantam-na durante o culto ao Senhor. A razão?
Talvez, porque os assuntos tratados por Elizeu sejam muito fundamentados em ações espiritualizadas – mais, especificamente, em dons espirituais – coisas que os tradicionais creem, mas preferem manter a uma certa distância. Aquilo que os pentecostais creem piamente – curas, expulsão de demônios, batismo com Espírito Santo, dom de línguas – são assuntos tratados por tradicionais de duas formas bem paradoxais: ou são temas tão santos que não se fala neles, ou são temas ideais para chacotas, piadas, indiretas, etc. A música de Elizeu entra justamente nesse ponto. Os pentecostais (da gema) se deliciam. Os tradicionais (prudentes e respeitosos) ignoram e, de vez em quando, analisam. Já os tradicionais (zombadores) se municiam.
Conheço o pastor Elizeu Gomes. Sua motivação é pentecostal. As suas histórias retratam a sua vivência como filho de pastor pentecostal, de igreja do interior, simples, com gente humilde, que vê nessas músicas e letras, o retrato da realidade interiorana (pouca escolaridade, simplicidade, conexão da vida espiritual com a realidade social, brasilidade, e amor à sua cultura). Em meu senso crítico cristão, chego a achar ofensa alguém me pedir para cantar determinada música “cristã” apenas para rir. Piadas, casos pitorescos, e certas músicas, é que foram criados com essa intenção. Não a música de Elizeu.
A canção “Êta butina” – e muitas outras de Elizeu – é obra de arte da mais profunda brasilidade e que merece ser respeitada tal qual, por exemplo, “Águas de março” de Tom Jobim. Cristãos do interior cantam “Êta butina” como se fosse o hino “Castelo forte” do reformador Martinho Lutero, louvando a Deus porque Jesus curou seu calo no pé.
O cidadão Bento a que Elizeu se refere simboliza esses cristãos humildes que se convertem nas roças do Brasil e congregam nas pequeninas igrejas do interior. São esses cristãos que chamam as pessoas da cidade de doutor – ou “dotô”, como quiser. Por outro lado, alguns cristãos da cidade – se achando doutores mesmo – preferem chamá-los de ignorantes, caipiras, desconectados, e até bobos.
Contudo, vá escutar a história de alguns “dotô” por aí. Muitos contam de um certo encontro com Jesus na igrejinha da periferia onde uma irmã velhinha, de “coque”, orou e Deus salvou, curou a enfermidade, restaurou o casamento, a empresa prosperou, o filho voltou para casa, e a depressão se foi.
Nunca é demais lembrar que Jesus nasceu, viveu e trabalhou, toda a sua vida, no meio dessa gente humilde. A linguagem que usou foi a mesma do “Êta butina”: histórias de pessoas. Se essa canção já existisse naquela época, por certo, Jesus teria cantado e muitas vidas teriam sido abençoadas.
Portanto, salve Elizeu Gomes, um doutor mesmo, no sentido literal e espiritual, um dos maiores poetas de canções cristãs brasileiríssimas, contextualizadas, do povo, para edificação de quem quer que seja que o escutar.
Atilano Muradas - extraído do artigo em: http://atilanomuradas.com/wordpress/?p=129 (consultado em 05/12/2013)

Elizeu Moraes Gomes de Oliveira, está no ministério desde 1980 levando a mensagem do evangelho através da música e da Palavra. Tem estado em vários países do mundo e tocado gerações com o seu estilo versátil de fazer, compor, tocar e cantar a música. Gravou até agora 50 álbuns, só em 2008 gravou 5 CDs simultâneos para atender a demanda de seu ministério musical. Viveu nos EUA com a esposa Linéia, e os filhos: Leyelle, Elyssa, Asaph, Aaron e Lindsey, 11 anos e agora vive uma temporada no Brasil. Foi Pastor-fundador da Comunidade Logos Internacional com sede nos Estados Unidos, entretanto, no Brasil, sempre ligado a sua denominação de origem, de onde atualmente é pastor nomeado para títular da Wesleyana Campinas (Wescamp). É Coordenador Geral dos Pequenos Grupos (GCEU) da denominação Metodista Wesleyana e membro do Conselho Ético da W-Music. Cursou Bacharel em Teologia pelo Ceforte-Rio, graduou-se em Mestrado em Divindade pelo Hosanna International Seminnar da Florida, recebeu o Doutorado em Música Sacra, concluiu seus estudos de Psicologia e atualmente terminou um Mestrado em Liderança de Igreja (Church Leadership) pela Universidade de Gales, Inglaterra. Recentemente foi inserido no Dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira, através do Ministério da Educação do Governo Brasileiro, Universidade PUC do Rio, FAPERJ e o Instituto Nacional do Livro.  Como escritor, já escreveu 42 livros, entre eles: "Vivendo na dimensão do impossível" pela MK Publicitá, uma das Editoras mais bem conceituadas do Brasil, "A Inteligência Afluente no Casamento", " A Fórmula do Metodismo", " O 12o. Discípulo", " A Cura pela Gratidão", etc.  Vencedor do Prêmio Areté 2007 de Literatura, conferido pela Associação de Editores Cristãos do Brasil. Foi condecorado pelo Governo dos Estados Unidos através do Prefeito Mark Bourgton de Danbury pelos serviços relevantes prestados à comunidade norte americana. Recentemente, Elizeu foi homenageado pela 6a. Região Eclesiástica, quando o seu nome foi dado a um prêmio de grande contribuição cultural, o Premio da Música Sacra Elizeu Gomes.

Filho mais velho do casal Manoel e Dulcinéia, com apenas 14 anos de idade Elizeu Gomes começou a pregar o evangelho, Viveu a sua infância seguindo os passos de um pai missionário.
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